Quer voltar das férias mais preparado? Estas cinco competências estão a ganhar peso nas empresas

Tack TMI, marca da Gi Group Holding dedicada à formação e ao desenvolvimento, identifica cinco competências que podem ser trabalhadas através de microlearning, um modelo baseado em conteúdos breves, acessíveis e fáceis de integrar na rotina.

As férias servem, antes de mais, para descansar. Mas pequenos momentos de aprendizagem, distribuídos ao longo do verão, podem ajudar os profissionais a regressar ao trabalho mais preparados para as mudanças que já estão a transformar as empresas.

A Tack TMI, marca da Gi Group Holding dedicada à formação e ao desenvolvimento, identifica cinco competências que podem ser trabalhadas através de microlearning, um modelo baseado em conteúdos breves, acessíveis e fáceis de integrar na rotina.

A proposta não passa por trocar a praia por longas sessões de estudo. Bastam alguns minutos por dia, através de vídeos, podcasts, artigos ou pequenos exercícios, para explorar novas ferramentas e desenvolver comportamentos com aplicação prática no trabalho.

A inteligência artificial e a literacia digital surgem no topo da lista. A IA deixou de ser apenas uma tendência tecnológica e passou a fazer parte das competências procuradas pelas organizações. Testar funcionalidades, experimentar diferentes instruções e compreender as limitações das ferramentas pode aumentar a confiança na sua utilização.

A comunicação é outra área central. Adaptar uma mensagem ao interlocutor, ouvir com atenção, transmitir feedback de forma construtiva e influenciar sem impor são capacidades cada vez mais valorizadas em equipas com diferentes perfis e modelos de trabalho.

Também a inteligência emocional continua a ganhar importância num mercado dominado por tecnologia e transformação constante. A capacidade de reconhecer e gerir emoções pode ajudar a lidar melhor com conflitos, pressão e situações inesperadas.

A Tack TMI recomenda ainda o desenvolvimento do pensamento crítico. Num contexto marcado por excesso de informação, encontrar respostas já não é suficiente: é necessário avaliar fontes, comparar perspetivas e questionar a qualidade dos dados antes de tomar decisões.

Esta competência pode ser treinada através da leitura de notícias, artigos ou estudos de caso, procurando identificar argumentos, lacunas e interpretações alternativas, em vez de aceitar automaticamente a primeira conclusão apresentada.

A quinta competência é a chamada learning agility, ou agilidade de aprendizagem. Trata-se da capacidade de aprender, abandonar métodos que deixaram de funcionar, experimentar novas abordagens e adaptar-se rapidamente.

Segundo a empresa, esta característica é cada vez mais utilizada pelas organizações como indicador do potencial de um profissional, sobretudo num momento em que as funções e as competências necessárias mudam a grande velocidade.

Vídeos curtos, acompanhados por pequenos desafios práticos, podem ajudar a transformar o conhecimento em comportamento. A lógica passa por aprender uma ideia e testá-la logo de seguida numa situação concreta.

As competências têm hoje um ciclo de vida cada vez mais curto e o microlearning é uma excelente resposta à velocidade a que precisam de evoluir

A responsável acrescenta que a combinação entre conteúdos curtos, reflexão, pequenas experiências e curiosidade pode acelerar significativamente a aprendizagem.

O objetivo não é regressar das férias com mais uma obrigação cumprida, mas aproveitar alguns momentos mortos para explorar ferramentas e ideias que possam ser úteis no trabalho. Cinco minutos por dia não substituem uma formação aprofundada, mas podem ser suficientes para despertar novas competências e preparar o próximo passo profissional.

Ana Viçoso, business manager da Tack TMI

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